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Secção de Municípios com Museu

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Cadaval Museu Municipal do Cadaval
Temas : Geologia, Paleontologia, Arqueologia (pré-história e romano), História, Etnografia, Património Cultural do concelho.

O Museu Municipal do Cadaval mostra a evolução do território desde os tempos mais antigos até aos mais recentes num percurso que abrange a Paleontologia, a Arqueologia, a História e o Património Cultural do concelho do Cadaval.
No átrio de entrada podem-se ver alguns fósseis de animais invertebrados e de dinossauros.
Na sala de arqueologia estão expostos materiais pré-históricos das grutas e dos castros da Serra de Montejunto com destaque para as peças metálicas das Idades do Cobre e do Bronze.
Da época romana observam-se objectos provenientes de diversos locais do concelho. E no exterior do Museu podem ver-se colunas romanas em pedra recolhidas na villa romana de Borjigas.
Da época medieval expõem-se algumas cabeceiras de sepultura e um importante capitel decorado de época moçárabe recolhido na Igreja do Cadaval.
Na História do concelho destacam-se o Foral do Cadaval de 1513 e o Mapa da vila do Cadaval que mostra numa pintura como era esta povoação no final do século XVIII.
Num conjunto de fotografias antigas pode ver-se como era a vila do Cadaval e a sua vida cultural e recreativa desde o início do século XX.
Os diversos aspectos do património cultural são expostos em imagens que mostram os moinhos, as fontes e as igrejas mais importantes. Deste património destaca-se a Fábrica do Gelo, Monumento Nacional situado na Serra de Montejunto.

No Museu o público e os estudiosos podem ainda consultar jornais e documentos antigos no Arquivo Histórico e ler livros na biblioteca.
No espaço de audiovisual podem-se ver imagens do diverso património cultural do concelho.

Baião Núcleo de Arqueologia do Museu Municipal de Baião
Visitas guiadas ao Núcleo; Para escolas realizam-se actividades plásticas, jogos educativos e exploração de um tema recorrendo-se a maquetes e imagens. Diaporama e Videograma sobre a Exposição principal; Visitas de estudo guiadas a alguns dos monumentos do concelho: Dólmens da Serra da Aboboreira; Castro do Cruito e Estrada Romana de Porto Manso; Sepulturas escavadas na rocha de Frende do período da Reconquista Cristã; Igrejas com belos exemplares em talha dourada como reflexo do Barroco no concelho. Lojinha onde poderão adquirir pequenas réplicas de monumentos e postais.
Expõe ao público os resultados de 20 anos de trabalhos arqueológicos realizados no Campo Arqueológico da Serra da Aboboreira que abarca as Serras da Aboboreira e Castelo (concelhos de Amarante, Baião e Marco de Canaveses). De uma forma didáctica abordam-se temas como o Povoamento Pré-histórico (Neolítico à Idade do Bronze) com destaque para o Megalitismo, Idade do Ferro e Romanização, e ainda a Alta Idade Média. Os objectos mais significativos destas épocas encontram-se expostos em seis vitrines, e a sua contextualização espácio-temporal é efectuada com base em imagens gráficas e painéis explicativos. Destacam-se duas maquetes: uma com 120 figurinhas humanas sobre a construção de um dólmen e outra da Carta Arqueológica com pequenas réplicas dos principais monumentos edificados ao longo do tempo.

Caminha Museu Municipal de Caminha
Museu de arqueologia, expõe valioso espólio exumado em diversas estações arqueológicas do Concelho, em especial nas arribas fósseis do litoral da Gelfa e Santo Isidoro, Cividade de Âncora e no
Castro do Coto da Pena, em Vilarelho, e que, por isso, documenta um largo período cronológico desde a Pré –história à romanização.
      A primeira sala é dedicada à Pré-história, podendo nela observarem-se exemplares do “Ancorense” e artefactos de épocas posteriores, pontas de seta do Neolítico, exumadas em monumentos megalíticos da região, nela estando também representado em maquete o exemplar melhor conservado, a anta da Barrosa.
      Nesta mesma sala estão representadas réplicas de petróglifos existentes no Concelho, que resistiram à destruição do tempo em sítios de difícil acesso para cuja visita remetem.
      A segunda e terceira salas são dedicadas à Cultura Castreja documentando diversos aspectos da estrutura e vida nos povoados desde o início do Bronze Final, alimentação, olaria, fiação e outros aspectos de ergologia e da arte.
      Uma última sala mostra-nos as transformações operadas durante a romanização, expondo materiais importados e outros de produção indígena indiciando a aculturação.
      O Museu tem também larga reserva de materiais arqueológicos onde investigadores interessados podem estudar a problemática do povoamento antigo desta região, e um acervo etnográfico referente a actividades de pesca, agricultura, tratamento de linho e vestuário regional, além de valioso espólio de arte sacra.

Palmela Museu Municipal de Palmela
O Museu Municipal de Palmela, com uma estrutura polinucleada, abriu o primeiro espaço de exposição permanente em Maio de 1996, no Castelo de Palmela. Com o objectivo de contribuir para a preservação do património local, integra espólios representativos da memória de cada freguesia do concelho, potencializando uma leitura da sua diversidade, em áreas expositivas programadas, de progressiva instalação.

CATEGORIAS DOMINANTES DO ACERVO

a) ARQUEOLOGIA

O Núcleo Museológico do Castelo integra um Espaço Arqueológico (sito na Praça de Armas). No âmbito da implementação do Programa de Recuperação e Animação do Castelo (iniciado em 1990), realizaram-se escavações arqueológicas no monumento com o objectivo de encontrar novas leituras para a vida da fortificação e de garantir o devido acompanhamento das obras de construção civil exigidas - os achados estruturais que a arqueologia revelou foram conservados in situ.
O espaço museológico ocupa actualmente 4 galerias da Praça de Armas e, embora dedicado genericamente à Arqueologia no concelho (salas 1 e 2), privilegia os vestígios encontrados no próprio Castelo (salas 3 a 5) e na vila de Palmela, significativos da sobrevivência de influências islâmicas ao nível técnico e cultural até ao séc. XV.
Na Herdade do Zambujalinho (freguesia de Águas de Moura) está instalado um Centro Ecomuseológico de Interpretação da jazida arqueológica romana e do Património Natural local; este centro é gerido em parceria pela Câmara Municipal de Palmela e pela Associação de Produtores Florestais da Península de Setúbal (AFLOPS).

b) CIÊNCIA e TÉCNICA

O Núcleo M. do Castelo integra um espaço dedicado à história das Transmissões Militares dado que o Castelo de Palmela desempenhou no passado, pelo seu posicionamento estratégico, um papel de destaque neste sector.
A colecção exposta - maioritariamente oriunda do Museu da Arma de Transmissões do Exército Português – apresenta meios de transmissão físicos e sonoros, visuais e ópticos (destaque para a telegrafia óptica), eléctrico-electrónicos (material telefónico e telegráfico), manuais de instrução, material de linhas e de medida e ensaio, equipamento TSF e de feixes hertzianos. A faixa cronológica estende-se do período islâmico à Guerra Colonial portuguesa.

Está em fase de programação o Museu da Malária, unidade museológica de ciência médica, dedicada à história da erradicação da Malária em Portugal, facto científico amplamente documentado a partir do acervo laboratorial e entomológico do antigo Instituto de Malariologia de Águas de Moura. A gestão resultará de uma parceria entre a Câmara Municipal e o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (Protocolo em análise).

Na Adega da Herdade de Algeruz - imóvel dos anos 30 do séc. XX, classificado como Imóvel de Interesse Municipal - situado na freguesia de Palmela, abriu, em Julho de 2005, o Núcleo Museológico do Vinho e da Vinha. Num espaço com cerca de 1800 m2, dá-se resposta a uma antiga aspiração local - a criação de um museu sobre o Vinho. Suporte da memória colectiva, instrumento de informação e lazer, este novo equipamento cultural visa interpretar e dar a conhecer os quotidianos e as práticas ancestrais que constituem hoje um legado essencial para a compreensão do mundo rural de Palmela. O projecto releva a valorização das tradições vitivinícolas locais e a promoção de estudos transdisciplinares que contribuam para a promoção e enriquecimento da própria Comunidade. Após um período de encerramento para obras de manutenção, este núcleo reabre na Noite de Museus – 17 de Maio de 2009.
c) ARTE
A Reserva Visitável Escultura S. Tiago integra obras de estatuária antiga - sécs. XV, XVI e XVII - em pedra e madeira, de diferentes oficinas escultóricas. Propriedade do Museu Nacional de Arte Antiga - parte da Colecção Vilhena - este espólio está depositado no Museu Municipal de Palmela e exposto numa sala dos chamados Paços de D. Jorge e no Côro-Alto da Igreja de Santiago.