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Museus

Secção de Municípios com Museu

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Póvoa de Varzim Museu Municipal de Etnografia e História da Póvoa de Varzim
Etnografia/Etnologia – História – Arqueologia – Património. colecções de Etnografia/Etnologia; traje; texteis, pintura, escultura, arqueologia, armas, brinquedos, cerâmica, azulejaria, arte sacra; equipamentos e utensílios; vidros , metais, mobiliário, fotografia, numismática, espólio documental e gravuras.

Penacova Museu do Mosteiro de Lorvão
Museu de dimensão local, de temática histórico-artística, cujo espólio é constituído por Paramentárias e outros objectos litúrgicos, telas e peças de escultura, que pertenciam ao acervo do antigo Mosteiro.

Vila Nova de Gaia Casa-Museu Teixeira Lopes
Colecções de Pintura, Escultura, Desenho, Faiança Portuguesa e Estrangeira, Tapeçaria, Joías, Mobiliário.

Vila Nova de Gaia Galerias Diogo de Macedo
As Galerias Diogo de Macedo foram inauguradas em 1975 e nelas se encontra toda a obra de escultura, desenhos, aguarelas e guaches do Mestre, uma colecção de Arte Negra, além de obras de pintores e escultores dos anos trinta.

Estarreja Casa Museu Egas Moniz
A Casa do Marinheiro agora transformada em Casa Museu Egas Moniz, conserva um ambiente de extremado gosto, despertando em rediviva evocação a individualidade relevante que nela passava grandes temporadas e onde em cada pormenor deixou expressos os seus gostos e predilecções. Nesta Casa haviam nascido os seus antepassados e nela nasceu o Professor Egas Moniz, prémio Nobel da Medicina em 1949.
Para a salvar da ruína mandou-a reconstruir em 1915, segundo um projecto do Arquitecto Ernesto Korrodi e nela hoje podemos revisitar através das colecções expostas, que passam pela pintura (com obras representativas de Falcão Trigoso, Eduarda Lapa, Silva Porto, entre outros), ourivesaria, cerâmica (com porcelanas da Companhia das Índias, Cantão, Saxe e Sevres, bem como Faianças Antigas Portuguesas), bem como escultura, ourivesaria, gravura, mobiliário, bem como documentos científicos, manuscritos e correspondência, referente às vivências de Egas Moniz.

Figueira da Foz Museu Municipal Dr. Santos Rocha
Inaugurado a 6 de Maio de 1894, o Museu Municipal conheceu diversos espaços, até à sua fixação definitiva num edifício próprio, já na década de 70.
Expõe colecções arqueológicas de grande riqueza e expressão nacional, mas igualmente escultura religiosa e contemporânea, mobiliário, etnografia africana e oriental, numismática e parte da sua colecção de armas.
Constituiu, ao longo do presente século, um importante acervo de arte contemporânea, com destaque para obras de pintura e escultura de artistas portugueses.

Peniche Museu Municipal de Peniche
Localizado na Fortaleza de Peniche e instalado num dos blocos da antiga prisão política, o museu oferece aos seus visitantes vários núcleos temáticos:
·      A história e etnografia local - do qual se destacam temas representativos da identidade local como a pesca, a construção naval, as rendas de bilros. Encontram-se ainda expostos vestígios da arqueologia terrestre e subaquática representativos de vários períodos históricos.
·      Arquitecto Paulino Montez – nascido em Peniche em 1897, foi figura de destaque do meio cultural e artístico do nosso país, encontrando-se exposto uma valiosa colecção de mobiliário e obras de arte ( aguarelas, óleos e esculturas).
·      Resistência Antifascista – algumas celas de alta segurança e Parlatório da antiga prisão, encontram-se musealizadas com temáticas dedicadas à instituição prisional e à resistência política ao Estado Novo.

Caldas da Rainha Centro de Artes
Atelier-Museu Municipal António Duarte (1912-1997):
Escultura António Duarte: trabalhos dos anos 30 até aos anos 90 em pedra, bronze, madeira, barro ou gesso. Estatuária, retrato, obra livre.
Arte-sacra: estatuária sacra em pedra, madeira e terra-cota - Santos e Cristos em diversos formatos). Período de produção: século IV até ao XIX.
Outras colecções: medalhística e desenhos e um núcleo de pintura de sua autoria; pintura e escultura contemporânea de artistas portugueses.

Atelier-Museu Municipal João Fragoso (1913-2000):
Escultura de João Fragoso: trabalhos dos anos 50 a 90 em pedra, bronze e gesso. Fase figurativa, fase abstracta, fase minimalista; fase land-art.
Pintura e desenho: obras a aguarela, acrílico, carvão.
Medalhística e Cerâmica.

Golegã Museu Martins Correia
Golegã; Museu Martins Correia; biografia de Martins Correia; escultura; desenho; serigrafia; cerâmica; azulejos; medalhas; outros artistas (obras doadas); temas (popular, histórico, teatro português, cavalo lusitano, mulher); técnicas utilizadas; materiais utilizados.

Tomar Museu Municipal Polinucleado de Tomar
Pintura (Sec. XV/XX); pintura naturalista portuguesa
Escultura / arte sacra
Lápides
Fotografia
Artes decorativas
Etnografia
Ourivesaria
Traje
Gravura
Azulejaria

Santarém Núcleo de Exposições Temporárias de Arte e Arqueologia Medievais
Administração, Agricultura, Armaria, Antropologia, Arqueologia, Arte Sacra, Azulejos, Elementos Arquitectónicos, Epigrafia, Escultura, Etnografia, Faiança, Geologia, Heráldica, História Natural, Iluminação, Indústria, Joalharia, Medalhística, Mineralogia, Matérias Primas, Mobiliário, Museologia, Numismática, Pesos e Medidas, Sigilografia, Transportes, Tumulária, Vitivinícula, Zoologia

Santo Tirso Museu Municipal Abade Pedrosa
O Museu Abade Pedrosa possuí uma exposição permanente dedicada à arqueologia, retratando a ocupação do concelho pelo Homem desde a Pré-história até à Idade Média. Através das várias salas é possível conhecer a evolução da comunidade local: o seu modo de vida, trabalho e lazer.

O Museu possuí ainda um espaço dedicado a exposições temporárias onde são exibidos trabalhos de pintura, escultura, fotografia e artesanato.

Palmela Museu Municipal de Palmela
O Museu Municipal de Palmela, com uma estrutura polinucleada, abriu o primeiro espaço de exposição permanente em Maio de 1996, no Castelo de Palmela. Com o objectivo de contribuir para a preservação do património local, integra espólios representativos da memória de cada freguesia do concelho, potencializando uma leitura da sua diversidade, em áreas expositivas programadas, de progressiva instalação.

CATEGORIAS DOMINANTES DO ACERVO

a) ARQUEOLOGIA

O Núcleo Museológico do Castelo integra um Espaço Arqueológico (sito na Praça de Armas). No âmbito da implementação do Programa de Recuperação e Animação do Castelo (iniciado em 1990), realizaram-se escavações arqueológicas no monumento com o objectivo de encontrar novas leituras para a vida da fortificação e de garantir o devido acompanhamento das obras de construção civil exigidas - os achados estruturais que a arqueologia revelou foram conservados in situ.
O espaço museológico ocupa actualmente 4 galerias da Praça de Armas e, embora dedicado genericamente à Arqueologia no concelho (salas 1 e 2), privilegia os vestígios encontrados no próprio Castelo (salas 3 a 5) e na vila de Palmela, significativos da sobrevivência de influências islâmicas ao nível técnico e cultural até ao séc. XV.
Na Herdade do Zambujalinho (freguesia de Águas de Moura) está instalado um Centro Ecomuseológico de Interpretação da jazida arqueológica romana e do Património Natural local; este centro é gerido em parceria pela Câmara Municipal de Palmela e pela Associação de Produtores Florestais da Península de Setúbal (AFLOPS).

b) CIÊNCIA e TÉCNICA

O Núcleo M. do Castelo integra um espaço dedicado à história das Transmissões Militares dado que o Castelo de Palmela desempenhou no passado, pelo seu posicionamento estratégico, um papel de destaque neste sector.
A colecção exposta - maioritariamente oriunda do Museu da Arma de Transmissões do Exército Português – apresenta meios de transmissão físicos e sonoros, visuais e ópticos (destaque para a telegrafia óptica), eléctrico-electrónicos (material telefónico e telegráfico), manuais de instrução, material de linhas e de medida e ensaio, equipamento TSF e de feixes hertzianos. A faixa cronológica estende-se do período islâmico à Guerra Colonial portuguesa.

Está em fase de programação o Museu da Malária, unidade museológica de ciência médica, dedicada à história da erradicação da Malária em Portugal, facto científico amplamente documentado a partir do acervo laboratorial e entomológico do antigo Instituto de Malariologia de Águas de Moura. A gestão resultará de uma parceria entre a Câmara Municipal e o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (Protocolo em análise).

Na Adega da Herdade de Algeruz - imóvel dos anos 30 do séc. XX, classificado como Imóvel de Interesse Municipal - situado na freguesia de Palmela, abriu, em Julho de 2005, o Núcleo Museológico do Vinho e da Vinha. Num espaço com cerca de 1800 m2, dá-se resposta a uma antiga aspiração local - a criação de um museu sobre o Vinho. Suporte da memória colectiva, instrumento de informação e lazer, este novo equipamento cultural visa interpretar e dar a conhecer os quotidianos e as práticas ancestrais que constituem hoje um legado essencial para a compreensão do mundo rural de Palmela. O projecto releva a valorização das tradições vitivinícolas locais e a promoção de estudos transdisciplinares que contribuam para a promoção e enriquecimento da própria Comunidade. Após um período de encerramento para obras de manutenção, este núcleo reabre na Noite de Museus – 17 de Maio de 2009.
c) ARTE
A Reserva Visitável Escultura S. Tiago integra obras de estatuária antiga - sécs. XV, XVI e XVII - em pedra e madeira, de diferentes oficinas escultóricas. Propriedade do Museu Nacional de Arte Antiga - parte da Colecção Vilhena - este espólio está depositado no Museu Municipal de Palmela e exposto numa sala dos chamados Paços de D. Jorge e no Côro-Alto da Igreja de Santiago.

Cantanhede Museu da Pedra
A extracção de calcário das importantes jazidas que se estendem a Sul do Concelho (Ançã, Portunhos, Outil e Vila Nova) e as actividades que sempre lhe estiveram associadas têm produzido marcas de natureza antropológica, cultural e artística cujo indiscutível valor patrimonial importa perpetuar.
Nesse sentido, a Câmara Municipal de Cantanhede decidiu criar o Museu da Pedra que pretende, por um lado, constituir um acervo representativo das obras de arte e dos trabalhos em cantaria que desde há muitos séculos utilizam o famoso calcário da região, genericamente conhecido por "pedra de Ançã"; por outro lado, manter vivos os mesteres artísticos e ofícios tradicionais que estão na sua origem.
O corpo central do museu é dedicado às exposições. A permanente que contempla, entre outros aspectos, a apresentação de estatuária antiga e outros ornamentos com "pedra de Ançã", as ferramentas utilizadas na sua elaboração, a caracterização geológica do Concelho, os métodos de extracção da pedra, artefactos arqueológicos e um importante conjunto de achados paleontológicos oriundos das pedreiras locais. A galeria de temporárias que procurará proporcionar a Cantanhede e aos seus visitantes, de forma continuada e regular, o contacto com a produção escultórica contemporânea e um conhecimento mais aprofundado e actual dos múltiplos aspectos que o trabalho da pedra envolve.
Com este serviço nuclear articula-se o que podemos designar como "museu vivo", área que dispõe de um auditório e de ateliers de artes plásticas, nomeadamente escultura, nos quais vão ser regularmente desenvolvidas actividades lúdico pedagógicas dirigidas especialmente às escolas.